O objetivo desta página é tirar o desastre do abstrato. Em vez de dizer “o Sul alaga” ou “a Amazônia seca”, o site mostra cidades, bacias, bairros, rios, comunidades e tipos de vulnerabilidade.
Rio Grande do Sul — cidades a estudar com profundidade
Porto Alegre, Canoas, Eldorado do Sul, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Guaíba, Lajeado, Estrela, Muçum, Roca Sales, Encantado, Cruzeiro do Sul, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Santa Maria, Gramado e Veranópolis.
- Risco de inundação urbana e falha de proteção.
- Risco de deslizamentos em encostas e serra.
- Risco econômico: comércio, indústria, pontes, rodovias e agricultura.
Amazônia — seca que corta o caminho da vida
Manaus, Tefé, Tabatinga, Santarém, Itaituba, Itacoatiara, comunidades do Baixo Tapajós, Solimões, Madeira, Negro e áreas ribeirinhas.
- Barcos encalhados e comunidades isoladas.
- Água, alimento e remédios com transporte dificultado.
- Risco de fumaça, queimadas, calor extremo e morte de peixes.
Nordeste e semiárido — seca que não aparece de repente
Interior do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Piauí, Alagoas e Sergipe. O site deve tratar por bacias, reservatórios, adutoras, cisternas e municípios dependentes de chuva irregular.
- Perda de lavoura de sequeiro.
- Redução de rebanho e renda.
- Pressão sobre carros-pipa, açudes e poços.
Sudeste e Centro-Oeste — calor, granizo e alagamento urbano
Regiões metropolitanas, cidades com córregos canalizados, encostas, bairros impermeabilizados e áreas rurais de produção agrícola podem enfrentar extremos localizados.
- Ondas de calor e risco para saúde.
- Temporais rápidos e queda de energia.
- Granizo e prejuízo agrícola.